BERESHIT: A CRIAÇÃO DA DIVERSIDADE

BERESHIT: A CRIAÇÃO DA DIVERSIDADE

Resumo: Bereshit: A Criação da Diversidade resultou de solicitação, encaminhada pelo Programa de Assessoria à Pastoral do Cedi-Koinonia, no sentido de contribuir com um material analítico para ser distribuído como subsídio de discussão para a Jornada Ecumênica de Mendes (RJ), realizada entre 11 e 16 de Outubro de 1994. Uma vez encaminhado o texto, foram publicadas duas versões, uma integral e outra, mais sintética. A primeira integrou a coletânea de textos de apoio da série Mosaicos da Bíblia, número 16, co-edição CEDI-Koinonia, Rio de Janeiro e São Paulo, RJ e SP. Posteriormente, após a realização da Jornada Ecumênica de Mendes, o artigo foi reeditado e lançado numa versão sintética na Revista Tempo e Presença, seção Bíblia Hoje, número 279, exemplar de Janeiro/Fevereiro de 1995, publicação de Koinonia, Presença Ecumênica e Serviço, Rio de Janeiro e São Paulo, SP e RJ. O texto a seguir corresponde ao publicado em Mosaicos da Bíblia com alguns reparos sugeridos pelos editores na edição publicada em Tempo e Presença. A transliteração de algumas expressões para o alfabeto hebraico, um recurso não disponível para o autor na época, foi acrescida ao texto.

“Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu”

Eclesiastes 3:1

Bereshit

O Livro de Gênesis, ou Bereshit (), como é conhecido no hebraico ou Yvrit (), é possivelmente uma das mais conhecidas narrativas bíblicas, difundida em quase todas as línguas. Hoje, faz parte do imaginário das mais variadas culturas. Bereshit é um relato que traz a marca da tradição judaico-cristã, uma das múltiplas vertentes originárias do mundo pré-moderno, aquele que antecederia o novo universo de valores criados pela civilização contemporânea.

Tempo Hebraico

Este texto atenderia basicamente ao debate relativo ao conceito hebraico de tempo. O fato de o tempo hebraico ser retilíneo já foi utilizado por alguns teóricos para julgá-lo como em oposição à diversidade do tempo, portanto, em contradição a outras leituras e posicionamentos culturais diante da fruição da temporalidade. Ele se oporia aos ciclos da natureza, tornando-o responsável pela degradação do meio natural, além de incluir uma estratégia de exclusão de outros grupos e povos.

Por estas razões, e também por ser a modernidade uma civilização baseada na interpretação de que o tempo, além de ser dinheiro, é acelerado, importaria ater-nos a uma reavaliação do tempo hebraico. Isto nos possibilita visualizar sua atualidade na ótica dos excluídos, marginalizados dos processos de transformação e de perpetuação da vida pelo tempo da modernidade.

Primeiramente, seriam cabíveis algumas observações sobre a língua hebraica, na qual o Livro de Gênesis, bem como a maior parte do Antigo Testamento, estão vertidos. O hebraico resulta de um antigo dialeto cananeu e alcançou expressão literária através do incansável trabalho dos profetas e dos trovadores da antiga Palestina. Esta terra era conhecida na antiguidade como berço de inúmeros poetas, músicos e cantores.

Traduzir um texto como o Gênesis, não é tarefa fácil. Qualquer tradução incorre nas dificuldades inerentes à busca de palavras e de expressões que não encontram, necessariamente, uma correspondência integral de um linguajar para outro.

O hebraico, ou Lashon Ha-Kodesh (: ou seja, língua sagrada), nos remete a uma estrutura de pensamento com muitas associações com o mundo semítico e oriental antigo. Língua “econômica” na explicitação de conceitos, o hebraico, no texto bíblico, apresenta uma melodia poética primordial, um sopro forte, abrupto e enigmático.

Devemos ao poeta e ensaísta Haroldo de CAMPOS (1984), um esforço em captar, na tradução para o português, este estilo bíblico, procurando hebraicizar a língua portuguesa e estampar as suas vibrações originais. Eis como o primeiro versículo da gesta de origem, o Yom Echad (: literalmente dia um), aparece na inteligente interpretação de Haroldo de Campos :

  1. Nocomeçar Deus criando: o fogoágua e a terra
  2. Eaterra era lodo torvo
    Eatreva sobre orostodoabismo
    Eosopro-Deus revoa sobre orostodágua
  3. EDeusdisse seja luz
    Efoiluz
  4. EDeusviu queeraboa aluz
    eDeus dividiu luz etreva
  5. EDeus chamouàluzdia
    Eatreva chamounoite
    Efoitardeefoimanhã
    dia um

Além dos sentidos literários e lingüísticos, há que se atentar para os sentidos simbólicos do tempo hebraico. Embora possivelmente refratários a uma transcrição direta, eles podem ser decifrados pela analise da cultura e da religiosidade dos antigos hebreus.

Independente de considerarmos os hebreus como povo, religião ou movimento social, são indiscutíveis os traços marcadamente semíticos, orientais e antigos presentes no pensamento hebraico. Estes rasgos arcaicos da cultura hebraica, compartilhados por diversos outros contextos civilizatórios do mundo pré-moderno, tornam esta cultura, bem como o próprio cristianismo, mais próximos do mundo tradicional do que se poderia supor à primeira vista.

Refiro-me basicamente as duas noções básicas do tempo bíblico, análogo a muitas outras interpretações pré-modernas. A primeira associa-se a noção de um tempo qualitativo, marcado por eventos significativos. A segunda, inseparável da primeira, é a de que este tempo é segmentado, onde cada coisa tem seu tempo, e existe um tempo próprio para cada coisa.

Tempo Bíblico

O texto bíblico não concebe o tempo como uma entidade abstrata, vazia, quantitativa, irreversível e retilínea, medida por anos, dias, horas, minutos e segundos, dentro da qual tudo é contido e tudo sucede. A idéia bíblica de tempo é de algo concreto, vivo, experimental e qualitativo, que incorpora os seres e as coisas, e que não se pode representar independente deles (ANDRADE, 1971: 170).

E neste sentido que o relato da criação é articulado em sete dias. A cada dia (: yom em hebraico) são atribuídas as falas da criação: a separação da luz e da treva, no dia um; o céu no dia dois; o mar e as plantas no dia três; a luz e os astros no dia quatro; os animais no dia cinco; o homem e a mulher no dia seis; o sábado, a coroa da criação, no dia sete.

O fato destes sete dias da criação serem anormais porque distribuídos desigualmente com relação ao sol, é na realidade pouco importante, visto não serem dias astronômicos. São os primeiros dias de uma sucessão de dias que marcará a vida da criação. Não se trata, na perspectiva bíblica, de uma pré-história, mas do começo da historia (NEHER, 1975: 182).

Esta interpretação da temporalidade, inaugurada em Bereshit, aparece em diversos livros da Bíblia. Os livros sagrados estão repletos de pequeninas sentenças, cristalinas e profundas, relativamente à natureza do tempo. Elas confirmam uma velha e autentica sabedoria popular, cujo sentido para o tempo residia na constante vinculação do tempo ao ser e ao acontecer de cada coisa.

No Antigo Testamento, além de Bereshit, podemos encontrá-las no Deuteronômio (11:14 e 28:12), Êxodo (31:10), Eclesiastes (3:1-8; 8:6 e 9:11), Levítico (26:4), Números (28:2), Esdras (4:15 e19), Salmos (33:19, 37:19, 39 e 78:2), Provérbios (25:19), Isaías (33:2; 6; 60: 22), Oséias (2:9 e 10:12), Miquéias (2:3 e 5:2), Habacuque (2:3), Zacarias (10:1) e várias citações em Jeremias, Ezequiel e Daniel. No Novo Testamento, aparecem em Mateus (16:3, 31:34; 41; 24:45; 26:18), Marcos (12:2, 13.33), Lucas (1:20; 12:42; 21:24), João (7:6, 8) e Atos dos Apóstolos (3:20, 21 e 15:21).

Estreitamente vinculada a esta forma de compreender a passagem do tempo, está outra característica típica das culturas pré-modernas, definida como a da espacialização do tempo. Dito em outras palavras, o tempo é medido, aferido, compreendido, em função de marcadores espaciais ou sócio-ambientais.

Uma das pistas que encontramos desta postura frente à temporalidade é também fornecida por Bereshit. Eis como Deus, no quarto dia, fez sua fala dos astros: Deus disse: que existam luzeiros no firmamento do céu, para separar o dia e a noite e para marcar festas, dias e anos (Gênesis 1.14). A antiga Palestina foi ocupada por diversos grupos sociais que compartilhavam uma idêntica exclusão da parte do poder estabelecido no antigo Oriente Médio. País com grande variedade de paisagens naturais, muito contrastantes entre si, facilitou o surgimento de diversos espaços territoriais compartimentados, expressão de dinamismos sociais e históricos peculiares a cada um desses grupos.

A heterogeneidade dos espaços naturais, como a serra, a montanha central, a planície do Saron e o vale do Jordão, a planície litorânea, a estepe e o deserto, foram ocupados por população diversificada, que em cada um destes espaços criou sua maneira de regular a passagem do Tempo.

É com base nessas ressalvas que podemos, simultaneamente, afirmar o caráter singular e geral do tempo hebraico. Sua singularidade é justamente dispor estas diferentes fruições do tempo – a de cada grupo tribal, de cada compartimento territorial, de cada atividade, do tempo de cada profeta ou juiz, e assim por diante – ordenando-as retilineamente.

Os impérios egípcios e os da Mesopotâmia, por serem estados centralizados, pautaram-se por uma concepção cíclica e repetitiva do tempo. O javismo constituiu uma contracosmogonia que antagonizava com essas noções. Isto explica o fato das populações hebraicas – ou hapiru – desenvolverem uma forma de compreender a temporalidade que em si mesma, era crítica das versões apresentadas pelos grandes poderes imperiais.

Um Novo Tempo

Propor a retilinearidade do tempo é uma das formas que os textos vétero-testamentários encontraram pare evitar o recurso à linguagem mítica. O Deus de Israel inaugura um novo tempo que não se identifica com um ciclo de tributos repetido imemorialmente, abatendo-se sobre os grupos sociais não representados no edifício do poder.

Em toda a Bíblia, o verbo bara (), que designa o ato criador, se reserva ao Altíssimo. Só Deus pode criar, ou dito hebraicamente, fazer jorrar, de maneira súbita e soberana, o tempo. A palavra que inicia a narrativa, Bereshit, revela que o essencial ao narrador do Gênesis não é o que houve no princípio, mas sim, que houve um princípio. Bereshit, não significa no princípio, mas num princípio (NEHER, 1975: 176-177).

A retilinearidade do tempo, típica da inculturação bíblica, é talvez a mais proeminente contribuição do pensamento hebraico. Ela se diferencia de todas as demais interpretações do mundo oriental justamente por dispor o homem diante da história, a qual em Bereshit, tem o seu começo consagrado.

Por intermédio de Bereshit, os hebreus entendiam que a origem do mundo não estava oculta à inteligência humana. Para o homem permanecer em união com a criação, não necessita transcender sua história e chegar a uma dimensão mítica. Por ser história, e não um mito, a gesta da criação convida o homem a ser um participante permanente da construção da história como fonte libertadora.

Com base nestes apontamentos, não é possível visualizar o tempo hebraico como “precursor” do tempo retilíneo da modernidade. No tempo hebraico há um encadeamento linear que obedece a lógica da particularidade e da diversidade. Cada coisa, ao ter seu próprio tempo, está numa relação de parceria com outros tempos a outras coisas. Não há, pois, uma hierarquia entre eles.

Bereshit ordena cardinalmente os dias da criação. Numa transcrição de cunho hebraicizante, poderíamos ler: dia um, dia dois, dia três, até o dia sete, o sábado, dia culminante da criação. Neste, se institui o descanso sagrado para a terra, para o gado, para os homens e as mulheres, que pelo seu trabalho, foram encarregados de preservar (guardar) e transformar (cultivar) os bens dispostos pelo Criador nos seis dias anteriores.

A temporalidade moderna tem outro significado. Inclui um sentido de aceleração, de progressividade que é estranho ao pensamento bíblico. No Ocidente, a retilinearidade do tempo resulta de um entendimento ordinal, e não cardinal da fruição da temporalidade.

Assim, a ordenação do tempo se configura em termos de um dia primeiro, seguido do segundo, terceiro, e assim sucessivamente. Essa visão se traduz numa perspectiva evolutiva que contraria a diversidade e o compartilhamento dos tempos e dos espaços. O tempo da modernidade é um dos componentes da idolatria do mercado, da exclusão e da perda dos sentidos sagrados da criação.

A singularidade do tempo hebraico, ou seja, o encadeamento histórico linear, demitificado como está no relato de Bereshit, pode desta forma, construir um sólido argumento ecumênico com as mais diversas crenças religiosas.

Elementos de Diálogo

Além de um irmanamento já existente entre as igrejas cristãs e dos esforços que se verificam nas relações com o judaísmo, o fato de o tempo biblico constituir uma das vertentes originarias do mundo da tradição, o habilitaria a credenciá-lo como um elemento fundamental para um diálogo imprescindível com outras culturas e outras tradições religiosas.

Bereshit é uma narrativa que inicia uma ampla sucessão de referências qualitativas, afetivas, sensíveis e avessas à imposição da hierarquia. Essas referências podem ser encontradas em outras tradições religiosas, como na do tempo espiralado, próprio do conjunto de valores civilizatórios do mundo negro-africano.

A discussão do tempo hebraico teria, pois, pelo menos duas implicações teológicas e ecumênicas que são:

  • A noção de tempo na Bíblia é o da diversidade e do respeito aos ciclos naturais. Desdobramento de um contexto histórico e cultural em que os formuladores dessa temporalidade são os excluídos de outrora, ela não deixa de ser em nenhum momento, um elemento de interlocução com o outro, mesmo porque este outro, dentre eles, o muçulmano, o hinduísta, o negro-africano e o afro-brasileiro são igualmente representativos de um universo tradicional de valores.
  • Seguindo mais adiante nesta argumentação, caberia ressalvar que a análise do tempo hebraico nos revela a necessidade da des-ocidentalização, tanto do judaísmo, quanto do cristianismo. Ambos são religiões provenientes do universo tradicional, ou em outras palavras, do Terceiro Mundo. Ao se reassumirem geograficamente, estas duas grandes religiões também estarão se redefinindo teológica e ecumenicamente, colocando-se em oposição a um padrão civilizatório – o Ocidente -, cujas grandes expressões do sagrado são o lucro e o mercado.Estes elementos do tempo hebraico, com o qual o cristianismo não deixa em nenhum momento de irmanar-se, são talvez uma das mais sólidas construções de respeito à diversidade, e da luta por uma sociedade justa, uma necessidade pungente num mundo desigualmente unificado pelo Ocidente.

    E preciso, urgentemente, com toda dedicação possível, transformar uma das máximas deste tempo, a de que tudo tem seu tempo, numa sociedade em que todos os homens e mulheres sejam efetivamente senhores do seu destino, ou melhor, de um tempo em que a diversidade seja parceira inseparável do conceito de humanidade.

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