Links Para Download`s ou Consulta On Line


Para escrever em hebraico com sinais e transferir para qualquer arquivo, inclusive de internet use o programa on line.
http://www.wandel.person.dk/hebrew.html
Para instalar Bíblia em hebraico e grego acompanhada de um dicionário básico baixe o Davar 3.0.
http://www.davar3.net/download.htm
Conversor online Calendário Judaico x Calendário Gregoriano
http://www.hebcal.com/converter/
Para definir qual a data de uma festa de qualquer ano, por exemplo o Yom Kipur de 1844 acesse o calendário Kaluach on line.
http://www.kaluach.net/month.php
Para baixar um calendário judaico Kaluach 3.0:
http://www.kaluach.com/?page_id=22
Nossa congregação em JI-Paraná recomenda ainda o calendário caraíta, que se abseia no aparecimento da lua nova. Os que desejam usar esse recurso para determinar a data das festas podem acessar a página dos caraítas movimento judaico inicado no século XI.
http://www.karaite-korner.org/holiday_dates.shtml
Bíblia hebraica on Line (Westminster Leningrad COdes) com sinais.
http://www.bibliaonline.com.br/wlc/gn/1
Bíblia hebraica on Line (Aleppo Codex) hebraico sem sinais.
http://www.bibliaonline.com.br/aleppo/gn/1
Bíblia on line interlinear Hebraico-Grego-Inglês
http://www.scripture4all.org/OnlineInterlinear/Hebrew_Index.htm
Torah interlinear hebraico para fonética inglesa. Leitura fácil para treinamento.
http://www.headcoverings-by-devorah.com/HebEngTaNaKhIndex.html
Curso Básico de Hebraico – Transliterado para o português
http://www.cafetorah.com/curso-de-hebraico
Mateus Hebraico de Shem Tov – Editorial Hebraica, Camuy Puerto Rico
Versão Bilingue – Hebraico – Espanhol.
http://adventistas.ws/matay-bilingue-1-shem-tov.pdf

The Ancient Peshito
Novo Testamento em aramico com caracteres hebraicos
http://berryosfiles.com/adoniqam/Texts/Peshitto%20Autiqa%20(Hebrew).pdf
Recursos on line para NT em aramaico:
http://www.aramaicpeshitta.com/aramaic_nt_resources.htm
Novo Testamento versão baseada no manuscrito Khabouris Codex  em Aramaico para baixar em PDF
http://www.aramaicpeshitta.com/AramaicNTtools/Khabouris/New%20Khabouris%20Project%20Files/Khabouris.pdf
Novo Testamento Bilingue online aramaico-grego
http://aramaicnewtestament.org/epistle/revelation_1.htm
Manuel de bênçãos em hebraico transliterado e português – Sidur da Beit Chabad em PDF para impressão:
www.chabad.org.br/mitsvot/bencaos/Manual%20de%20Bencaos.pdf
 
Para ouvir o som das bênçãos principais como a benção sacerdotal ou Berokot Kohanin (Pagina em inglês):
http://www.hebrew4christians.com/Blessings/Synagogue_Blessings/Priestly_Blessing/priestly_blessing.html
Se desejar ouvir e aprender a pronunciar as bênçãos  hebraico (pronúncia askenazi):
http://sidduraudio.com/
Brit Chadashá em hebraico versão em PDF versão de Ginsburg
http://www.ancient-hebrew.org/docs/13_GinsburgHebrewNT.pdf 

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OS DESAFIOS DOS CIDADÃOS DA NOVA JERUSALÉM


OS DESAFIOS DOS CIDADÃOS DA NOVA JERUSALÉM

Referência: Apocalipse 22.6-21

INTRODUÇÃO

1. O céu é mais do que o nosso destino, é a nossa motivação. O conhecimento de que vamos morar no céu deve mudar nossa vida aqui e agora. A visão da cidade celestial motivou os patriarcas na forma deles andarem com Deus e o servirem (Hb 11:10,13-16).
2. A garantia do céu deve nos levar não ao descuido espiritual, mas a uma vida plena e abundante aqui e agora.
3. Este texto tem alguns desafios para os habitantes da Nova Jersusalém:

I. OS HABITANTES DA NOVA JERUSALÉM DEVEM GUARDAR A PALAVRA DO SEU SENHOR – V. 6-11,18,19

1. A revelação do Apocalipse é absolutamente confiável – v. 6
• João trata aqui da indisputável confiabilidade do Livro de Apocalipse. Este livro não é o Apocalipse de João, mas Apocalipse de Jesus. É revelação apartir do céu. É Palavra de Deus, por isso, absolutamente fiel e verdadeira. Apocalipse é um livro verdadeiramente de origem divina.
• O mesmo Deus que revelou sua Palavra aos profetas, também revelou-se a mensagem do Apocalipse a João, através do seu anjo (v. 6).
• Deus está autenticando o Apocalipse como um livro absolutamente inspirado, canônico.

2. A observância da revelação do Apocalipse produz bem-aventurança – v. 7b
• Em primeiro lugar, guardar significa aceitar o conteúdo como legítimo, não mudar, não acrescentar nem subtrair nada ao seu conteúdo (Dt 4:2; Pv 30:5-6). Isso é valorizar a integridade do texto.
• Em segundo lugar, guardar significa obeceder, praticar, observar. Isso é valorizar a importância do texto.
• As profecias do Apocalipse não foram escritas para satisfazerem a curiosidade intelectual quanto ao futuro; foram escritas para que a igreja seja capaz de viver dentro da vontade de Deus. A profecia não é apenas para informar sobre o fim, mas para preparar um povo santo para o fim.

3. A mensagem do Apocalipse vem de Deus, é sobre Jesus, por meio anjo a João, para a igreja – v. 8,9
a) Deus é a fonte revelatória do livro – O v. 6 nos informa que o Senhor é quem enviou o seu anjo para mostrar a João as coisas que em breve devem acontecer.
b) Jesus é o conteúdo da mensagem do livro – O livro trata da revelação de Jesus Cristo, sua glória, sua mensagem, sua noiva, sua vitória.
c) O anjo foi o instrumento que Deus usou para mostrar a João o conteúdo do livro – O anjo não é a fonte da revelação, mas apenas seu instrumento.
d) João foi a testemunha ocular e o recipiente da revelação – Ele ouviu e viu. Essas coisas foram tão esmagadoras que ele caiu como morto aos pés de Cristo e agora se prostra diante do agente. Cristo o levantou e o anjo rejeitou sua adoração.
e) A igreja foi a destinatária do livro – A mensagem foi enviada às sete igrejas da Ásia, bem como a todas as igrejas em todos os lugares em todos os tempos.

4. A mensagem do Apocalipse não deve ser selada, mas proclamada – v. 10
• Daniel foi ordenado a selar o livro até ao tempo do fim. João foi ordenado a não selar as palavras da profecia deste livro. O fim chegou em Cristo. Desde a primeira vinda de Cristo, o tempo do fim se iniciou.
• A mensagem da vitória de Cristo e da sua igreja precisa ser publicada, anunciada, pregada, a todo o povo.

5. A mensagem do Apolicalipse precisa ser mantida íntegra – v. 18,19
a) O liberalismo tenta tirar algo da Escritura – Nenhum homem tem autoridade para retirar nada da Palavra de Deus. Os liberais se levantam para dizer que os milagres não existiram, que o registro da criação foi apenas um mito. Eles se levantam para dizer que muita coisa que está na Bíblia é interpolação. Não podemos negar a origem divina das Escrituras. Não podemos negar o caráter divinamente inspirado deste livro.
b) O misticismo tenta acrescentar algo à Escritura – O misticismo tenta acrescentar algo novo à revelação. Paulo diz que ainda que venha um anjo do céu para pregar outro evangelho deve ser rejeitado.

II. OS HABITANTES DA NOVA JERUSALÉM DEVEM ESTAR PREPARADOS PARA O JULGAMENTO DO SENHOR – V. 12-15

1. Jesus virá como aquele que julga retamente – v. 12
• Ele vem. Ele vem julgar. Ele tem o galardão. Ele vem retribuir a cada um segundo as suas obras.
• Jesus é o juiz que se assentará no trono. Ele vai julgar-nos segundo as nossas obras (Mt 25:31-46).
• O critério do galardão ou do grau de condenação são as obras.

2. Jesus é o juiz que tem credencial para julgar retamente – v. 13
• Ele está no começo e no fim. Ele conhece tudo. Ele é o Pai da eternidade. A origem e a consumação de todas as coisas. Dele, por meio dele, e para ele são todas as coisas.
• Ninguém poderá escapar naquele dia. Ninguém poderá fugir. Ninguém poderá subornar o seu juízo. Os homens ímpios vão se desesperar (6:16-17).

3. O critério para a salvação não são as obras, mas a obra vicária de Cristo na cruz – v. 14
• Os santos não são justos por causa das suas boas obras, mas por causa do sangue do Cordeiro (Ap 7:14).
• Os habitantes da Nova Jerusalém, entrarão na cidade pelas portas não por causa das suas obras, mas por causa do sangue do Cordeiro (22:14).
• Não são as nossas boas obras que nos levarão para o céu, mas nós é que levaremos nossas obras para o céu (Ap 14:13).
• Os lavados no sangue do Cordeiro vencem o maligno (Ap 12:11), comem dos frutos da árvore da vida e entram na cidade pelas portas (22:14).

4. Todos aqueles que não foram lavados pelo sangue do Cordeiro ficarão fora da cidade santa – v. 15
• Este verso contrasta o destino dos perversos com o destino dos salvos. Os remidos estram na cidade pelas portas. Os perversos são deixados fora da cidade.
• A cidade é onde está o trono de Deus. Deus é o santuário dessa cidade. O Cordeiro será a lâmpada dessa cidade. É a cidade cujo arquiteto e fundador é Deus. É cidade de muros de jaspes luzentes, de praças de ouro. É a morada de Deus.
• Aqueles que não foram lavados ficarão não apenas fora da cidade, mas serão lançados no charco de fogo (Ap 20:15).
• Os pecados aqui mencionados são os pecados de impiedade (relacionamento com Deus – feitiçaria e idolatria) e perversão (relacionamento com homens – cães, impuros, assassinos e mentirosos). Esses pecados já foram mencionados em 21:8,27.

5. Depois do juízo é impossível mudar o destino das pessoas – v. 11
• Em Gênesis 2:1-2 a obra da criação foi concluída. Em João 19:30 a obra da redenção foi consumada. Em Apocalipse 21:6, a consumação de todas as coisas é declarada. Agora, o destino final das pessoas é selado (Ap 22:11).
• A primeira e a terceira sentenças do verso 11 falam dos feitos de alguém, enquanto a segunda e a quarta falam do caráter da pessoa. Só há dois grupos na humanidade: os que fazem injustiça e são imundos e os que praticam justiça e são santos.
• Não existe aqui nenhuma solicitação geral para que se continue pecando.
• Essas palavras do texto dizem que o destino das pessoas no juízo não poderá ser alterado. O que for, será para sempre. Não haverá mais arrependimento nem apostasia. O julgamento é o fim e anuncia o estado final de justiça e injustiça permanentes. Haverá uma hora que será tarde demais para o arrependimento.
• A Palavra de Deus está dizendo que as pessoas que se recusaram a ouvir e a obedecer, continuarão em seu estado de rebeldia eternamente. Enquanto aqueles que receberam vida nova em Cristo, terão esta vida eternamente. Deus vai entregar as pessoas ao seu próprio estado.

III. OS HABITANTES DA NOVA JERUSALÉM DEVEM AGUARDAR ANSIOSAMENTE A VINDA DO SEU SENHOR – V. 7,12,16,17,20.

1. O Senhor da glória é identificado – v. 13,16
a) Jesus é o começo e o fim (v. 13) – Ele é Deus de eternidade a eternidade. Tudo vem dele é para ele.
b) Jesus é o ascendente e o descendente de Davi (v. 16) – Ele é a Raiz e também a Geração de Deus. Ele é Filho e também Senhor de Davi. Ele abarca toda a história.
c) Jesus é a brilhante estrela da manhã (v. 16) – Ele anuncia o alvorecer da eternidade, anunciando que esta vida é apenas um prelúdio da vida real no mundo porvir. Jesus é o Salvador divino-humano.

2. O Senhor da glória promete vir buscar sua noiva sem demora – v. 7,12,20
• Jesus como noivo da igreja já assumiu seu compromisso de amor com ela. Ele já pagou o dote na cruz. Agora, a noiva deve se preparar, se ataviar.
• Em breve ele virá ao som de trombetas para buscar sua noiva. Ele virá em breve.
• Mas, se ele prometeu voltar em breve, porque já tem dois mil anos e ele não voltou ainda? Por que alguns julgam a sua vinda demorada (2 Pe 3:9)? Pedro responde o porquê. Deus deseja dar ao homem a oportunidade de arrepender-se para que seja salvo (2 Pe 3:9).
• O livro de Apocalipse é o out-door de Deus, anunciando que Jesus vai voltar em breve! A promessa da vinda de Jesus sem demora mostra como a comunidade cristã deve viver sempre na expectativa da vida iminente do Senhor. Ninguém sabe o dia nem a hora (Mt 24:36). Cada geração deve estar desperta, como se a vinda do Senhor estivesse às portas (Mt 24:42-44).

3. A Noiva do Cordeiro deve clamar ansiosamente para o que o seu Noivo venha – v. 17
• O grande anseio de uma noiva não é ter uma casa, mas um esposo. Seu coração não está em coisas, mas no seu Amado. Ela anseia não apenas pelo paraíso, mas pelo Amado da sua alma.
• O clamor da Noiva é: Vem! Ela sempre ora: Maratana, ora vem Senhor Jesus! (1 Co 16:22). A oração da igreja é: “Senhor Jesus leva a bom termo o teu plano na História com vistas à tua vinda”.
• Esta é uma oração fervorosa da igreja inspirada pelo Espírito Santo. A igreja clama pela vinda de Cristo. O anseio da igreja é pela chegada do seu Noivo para entrar no seu lar eterno. A última palavra da igreja é: Vem, Senhor Jesus! (Ap 22:20).

4. A Noiva do Cordeiro clama insistentemente para os sedentos virem a Jesus – v. 17b
• A igreja não apenas aguarda o Noivo, mas ela chama os sedentos para conhecerem o seu Amado. A igreja proclama que Jesus satisfaz. Ele tem a água da vida. O mundo não satisfaz, só Jesus pode dessedentar a nossa sede. Só nele há vida eterna.
• A igreja proclama um evangelho de graça e não de obras ou méritos.
• Uma igreja que anseia pela volta de Jesus é uma igreja comprometida com evangelismo.

CONCLUSÃO

1. A última promesa das Escrituras diz: “Certamente venho sem demora”; e a última oração: “Amém. Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22:20).
2. Após essa fervorosa oração de anseio pela segunda vinda de Cristo, segue a bênção: “A graça do Senhor Jesus seja com todos” (Ap 22:21).

Rev. Hernandes Dias Lopes

:: O TABERNÁCULO DE DAVI ::


:: O TABERNÁCULO DE DAVI ::

Em determinado momento da história, DEUS decidiu mudar o Seu Culto. Até aquele momento toda cerimônia no Tabernáculo de Moisés apontava para a sombria situação do homem e a necessidade de um Salvador – YESHUA HA MASHIACH(Jesus o Cristo). Mas DEUS decidiu mostrar um pouco da festa que é o céu. Para isso, Ele precisava de alguém que O entendesse, que tivesse intimidade com Ele, que fosse, enfim, um Adorador.
DEUS olhou para a terra e viu um jovem que na companhia de suas ovelhas, dedilhando seu instrumento, declarava ” O Senhor é meu Pastor, nada me faltará … O Senhor é a minha luz e a minha salvação, a quem temerei ? …” .
DEUS ouviu o testemunho das pessoas que sobre ele diziam “sabe tocar, é valente guerreiro, fala bem, é de bela aparência e DEUS está com ele” (I Sm 16.18).
DEUS viu Davi conduzir Seu povo numa celebração sem medida, cheia de júbilo, cânticos, instrumentos variados feitos pelo próprio Davi e … danças – I Cr 13.8 e I cr 34.5.
Enfim, DEUS mesmo podia dizer a respeito de Davi “ele é um homem segundo o Meu coração” (Atos 13.22 / I Samuel 13). Ele finalmente tinha achado um verdadeiro Adorador, aquele que tinha condições de estabelecer Seu novo Modelo de Culto na terra : DAVI.
Então, através dos seus profetas, Gade e Natã, Suas ordens foram transmitidas e colocadas em prática pelo Rei Davi.

:: Estrutura do Culto no Tabernáculo de David ::

Como os levitas não mais teriam que transportar o Tabernáculo, foram reagrupados em funções tais como Administradores, Oficiais e Juízes, Porteiros, Sacerdotes e Ministros de Música, entre outros. ( I Cr 23 a 26).

MINISTROS DE MÚSICA

Davi separou 3 famílias levitas para “ministrarem continuamente perante a Arca do Senhor” (I Cr 16.37 ) e “estarem de pé cada manhã, para agradecimento e exaltação a DEUS, e assim também à tarde”. I Cr 23.30

Suas tarefas eram LOUVAR a DEUS com instrumentos ( I Cr 23.5), PROFETIZAR dando graças e louvores a DEUS ( I Cr 25.3), TOCAR exaltando o poder de DEUS (I Cr 25.5) e FAZER PETIÇÕES ao SENHOR (I Cr 16.4).

Ministravam em TURNOS, eram dirigidos pelo patriarca de suas famílias, os quais se submetiam ao Rei Davi. Aqueles que eram peritos nos instrumentos ou canto tinham discípulos e por eles eram responsáveis.

As funções existentes eram Líderes, Mestres, Instrumentistas, Cantores, Regentes e Compositores.
Deles era exigida Santificação, qualificação para as suas funções, dedicação e submissão. (I Cr 25.8)

Davi também estabeleceu as seguintes Expressões de Adoração, Celebração e Louvor dentro do Culto

· Cânticos : Sl 119.54 “Os teus decretos são motivo dos meus cânticos”; II Cr 29.28; Sl 35.27 – Salmos : I Cr 25.1; Sl 47.6
· Cânticos espirituais : Cl 3.12
·Ações de Graças : Sl 100.4; Sl 70.30
· Expressões de Júbilo: Sl 89.15 “Bem-aventurado o povo que conhece os vivas de júbilo”; Sl 87.7 “Todos os cantores saltando de júbilo entoarão : Todas as minhas fontes são em ti” ; Sl 126.2; Sl 132.16
· Gritos : Sl 42.4 “entre gritos de alegria e louvor”
· Palmas : Sl 47.1
· Mãos levantadas: Sl 134.2
·Instrumentos: Sl 150.3-5
· Danças e Saltos . Jr 31.13 diz “Então a virgem se alegrará na DANÇA e também os jovens e os velhos; tornarei o seu pranto em JÚBILO e os consolarei; transformarei em REGOZIJO a sua tristeza.”; II Sm 6.14; Sl 149.3 e Sl 150.4. Antes de Davi somente as mulheres dançavam – Ex 15.21 e I Sm 18.6-7
· De pé, encurvado, de joelhos, prostrado: Sl 95.6; Sl 99.5,9
· Cortejo ; Sl 68.24 “Viu-se, ó DEUS, o Teu CORTEJO… os cantores iam adiante, atrás os tocadores de instrumentos de cordas, no meio as donzelas com adufes”
· Bandeiras : Sl 20.5
· Festas : Sl 118.27

DEUS é o exemplo maior pois “conduziu com alegria o seu povo, e com jubiloso canto os seus escolhidos” – Sl 105.43
DEUS também é a fonte de inspiração. Ne 12.43 “… pois DEUS os alegrara com grande alegria” – também em Is 56.7
Estas expressões foram praticadas pelo próprio Rei Davi “com todas as suas forças” (II Sm 6.14) e desta maneira deve ser ainda hoje.
Lendo os Salmos, podemos perceber a intimidade dos compositores e a ênfase que eles dão à celebração, ao louvor, ao regozijo, à alegria, à Palavra, à exaltação ao DEUS Todo Poderoso, ao tributo, à proclamação de todos os Seus feitos.

:: O Corpo de Mashiach e o Tabernáculo de David::

O Tabernáculo de Davi permaneceu mais ou menos durante 40 anos. Quando Davi trouxe a Arca do SENHOR de volta, não a levou para o Tabernáculo de Moisés, no monte Gibeom, mas para o Monte Sião, em Jerusalém, cidade onde ele morava e onde tinha mandado os levitas levantarem uma Tenda sem véu onde a Arca foi colocada (I Cr 13 a 16 e II Sm 6.17-19). A partir daí temos dois Tabernáculos: o de Moisés onde os sacerdotes faziam sacrifícios de animais, onde a presença do SENHOR era simbolizada pela Arca; o de Davi, onde os Levitas ministravam diante da presença do SENHOR, sem sacrifícios sangrentos, mas com sacrifícios de Louvor, de Ações de Graças, de Júbilo, em Adoração contínua “porque a Sua misericórdia dura para sempre” como cantou Davi muitas vezes.

A relação entre o Tabernáculo de Davi e a Igreja está declarada em Hb 12.22-23 “Mas tendes chegado ao Monte Sião e à cidade do DEUS vivo, a Jerusalém celestial… e a igreja dos primogênitos… e a YESHUA, o mediador de Nova Aliança e ao sangue da aspersão…
E também em At 15.15-18, que repete a profecia de Amós 9.11 que diz: “Naqueles dias levantarei o Tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas; e levantando-o das suas ruínas restaurá-lo-ei como fora nos dias da antigüidade… para que os demais homens busquem ao Senhor, e todos os gentios sobre os quais tem sido invocado o Meu Nome, diz o SENHOR que faz estas cousas conhecidas neste século.”

:: Conclusão ::

Os princípios são os mesmos do tempo de Davi.
A aplicação pode variar de congregação a congregação, bastando serem buscadas em DEUS.
O Espírito Santo tem levado o Seu povo a provar as delícias e as maravilhas da presença do SENHOR, com manifestações maravilhosas de Sua alegria e júbilo. Aleluias !

Os dirigentes, músicos e cantores passam a ser “Ministros”, ou sejam, pessoas escolhidas por DEUS para O servir com seus instrumentos e vozes em particular, continuamente e diante da congregação, onde servem ao povo também, quanto o conduz à presença de DEUS através das muitas formas de adoração, profetizando sobre a Igreja, levando-a ao quebrantamento, à consagração, à celebração e por fim à adoração Àquele que Era, que É e sempre Será – o DEUS ÚNICO e VERDADEIRO – a ELE toda glória, honra e adoração. Aleluias !

Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e em Verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores. DEUS é Espírito e importa que os Seus adoradores O adorem em Espírito e em Verdade. Jo 4.23-24

A HABITAÇÃO DO RUCH

Nadabe, Abiú e a nova aliança


Nadabe, Abiú e a nova aliança

Depois de livrar os israelitas da escravidão no Egito, Moisés (mandado por Deus) trouxe-os ao Monte Sinai. Aqui, Deus falou da montanha ao povo todo, e deu os dez mandamentos, que ele mais tarde inscreveu em duas tábuas de pedra (Deuteronômio 5:1-22). Esta, também, é a montanha em que Moisés subiu para receber o resto da lei de Deus para Israel. Incluídas nesta lei havia provisões para um sacerdócio:

“Faze também vir para junto de ti Arão, teu irmão, e seus filhos com ele, dentre os filhos de Israel, para me oficiarem como sacerdotes, a saber, Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar” (Êxodo 28:1).

De acordo com a aliança que Deus fez com os israelitas, e a lei que ele lhes entregou, Arão e seus descendentes masculinos seriam sacerdotes de Deus enquanto durasse aquela aliança (Êxodo 29:9). O trabalho do sacerdote incluía tais coisas como oferecer sacrifícios, manutenção das lâmpadas, pão e incenso no santuário, e ensinar a lei de Deus ao resto do povo.

Enquanto o povo ainda estava no Sinai, o tabernáculo (o templo móvel) foi erigido , e Arão e seus filhos foram consagrados como sacerdotes. Não muito tempo depois que eles começaram a servir como sacerdotes, encontramos este evento perturbador:

Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do SENHOR, o que lhes não ordenara. Então, saiu fogo de diante do SENHOR, e os consumiu; e morreram perante o SENHOR” (Levítico 10:1-2).

Aqui estavam dois dos homens a quem Deus havia consagrado para servi-lo como sacerdotes, aparentemente vindo para o seu trabalho, e ele matou-os instantaneamente. O que eles estavam fazendo de errado? Eles estavam oferecendo algo que Deus não lhes tinha mandado oferecer. Por favor, observe: eles não estavam oferecendo nada que Deus tivesse explicitamente proibido. Eles estavam meramente oferecendo o fogo que Deus não lhes tinha mandado oferecer. Eles estavam sendo presunçosos, trazendo adoração a Deus que ele não tinha autorizado. Continuemos a ler:

“E falou Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR disse: Mostrarei a minha santidade naqueles que se cheguem a mim e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão se calou” (Levítico 10:3).

Ao oferecerem adoração que Deus não tinha autorizado, Nadabe e Abiú estavam deixando de considerar Deus santo. Adoração presunçosa não glorifica a Deus, e não é aceita por ele. Há quem pense que este princípio não se aplica mais. Eles pensam que se aplicava apenas durante o tempo do Velho Testamento, enquanto a Lei de Moisés estava em vigor. Eles pensam que, agora que estamos na “era da graça”, não mais precisamos ficar preocupados com obediência. Nada, contudo, poderia estar mais afastado da verdade.

A epístola aos Hebreus do Novo Testamento compara e contrasta a Velha Aliança (que estivemos considerando) com a Nova Aliança em Jesus Cristo. O primeiro capítulo desta epístola compara o Filho de Deus com anjos, que eram os mensageiros do Velho Testamento. É claramente demonstrado , usando as escrituras do Velho Testamento, que Cristo, o Mensageiro da Nova Aliança, é muitíssimo maior do que os anjos. A conclusão é tirada por nós no começo do segundo capítulo:

“Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos. Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo, como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres e por distribuições do Espírito Santo, segundo a sua vontade” (Hebreus 2:1-4).

A grandeza do Mensageiro é um indicador da importância da mensagem. Quando Deus nos entrega uma tal vital mensagem, o que deveríamos esperar se deixarmos de dar atenção a ela?

A epístola aos Hebreus continua neste estilo, mostrando claramente que, ponto por ponto, a Nova Aliança é maior do que a Velha. Quando o livro chega perto de sua conclusão, o aparecimento de Deus aos israelitas no monte Sinai é comparado a Jesus imperando desde o Monte Sião celestial (12:18-24). A lição tirada por nós é:

“Tende cuidado, não recuseis ao que fala. Pois, se não escaparam aqueles que se recusaram ouvir quem, divinamente, os advertia sobre a terra, muito menos nós, os que nos desviamos daquele que dos céus nos adverte, aquele, cuja voz abalou, então, a terra; agora, porém, ele promete, dizendo: ‘Ainda uma vez por todas farei abalar não só a terra, mas também o céu” (Hebreus 12:25-26).

Mais uma vez, a própria magnificência da Aliança deverá dizer-nos quão importante é ser obediente às estipulações da Aliança:

“Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12:28-29).

Deus ainda é exatamente tão santo como ele era no tempo de Nadabe e Abiú, e é obrigação daqueles que o adorarão tratá-lo convenientemente

Filhoso de Abraão


  1. Filhos de Abraão
  2. por Carlos ribeiro

    “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hebreus 11:8; veja também Gênesis 12:1-9). Ele ouviu, obedeceu e se foi para onde D`us queria.

    Esse acontecimento, à primeira vista, pode-nos parecer simples. Todavia, Abraão teve de agir radicalmente, abandonando sua pátria, sua família e, ainda mais, ir para um lugar no qual nunca havia estado antes, e sem saber o que iria fazer lá. Diz as Escrituras que sua habitação era em tendas. Evidentemente, Abraão tomou uma difícil decisão, a fim de obedecer a determinação do Eterno. Lembremos, também, de Sara, sua esposa, Ló, seu sobrinho, e os demais que o acompanharam. Foi um desafio para todos; porém, um desafio encarado e superado.

    Em virtude da fé e coragem desse homem, Abraão, somos hoje, milhares de anos à frente, abençoados no messias Yeshua( Jesus). Pois D`us, quando mandou Abraão sair de sua pátria, fez-lhe algumas promessas, dentre as quais: “Em ti, serão abençoados todos os povos” (Gálatas 3:8). Vemos, então, como valeu a pena Abraão obedecer, sacrificando-se, abandonando tudo pela fé em D`us. Quantas almas foram resgatadas do pecado mediante o seu descendente, Cristo, e tornaram à comunhão com D`us, tendo assim a esperança da vida eterna, no céu!

    Quando fomos chamados pelo evangelho (2 Tessalonicenses 2:13-14), ou seja, nos convertemos a D`us, de certa forma partimos sem saber aonde íamos. Desafios fazem parte do cristianismo, e isso não deve ser novidade para aqueles que são discípulos autênticos do messias, pois o Eterno não mediu palavras nem esforço para expor as bênçãos e conseqüências que viriam na vida de quem o seguisse.

    Yeshua, certa vez, disse aos judeus que declaravam ter por pai a Abraão: “Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão” (João 8:39). Tomando o princípio dessas palavras dirigidas aos judeus, devemos refletir no fato que nós, como comundidade messianica( cristãos), somos os verdadeiros filhos de Abraão, pela fé (veja Gálatas 3:7,26-29). E sabendo que Jesus disse: “Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão”, qual será a nossa reação caso recebamos uma “ordem do Eterno” semelhante àquela dada a Abraão: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei…”?

    Estejamos sempre preparados, certos de que o Eterno sabe o que diz e o que faz e jamais nos dará ordens vãs. Há bons propósitos em suas determinações. Assim como ele trabalhou em benefício de toda a humanidade através de Abraão, ele continua a trabalhar em benefício de muitas almas, hoje em dia, através de seus servos, os seguidores de Yeshua (Jesus).

    1. I“Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão” (João 8:39).

O Líder que D’us Procura


 O Líder que D’us ProcuraTempo Profético


Sabemos que estamos num tempo especial da história da humanidade. Como Igreja desta geração, temos uma responsabilidade em todos os níveis, inclusive (ou principalmente) em manter e divulgar a verdade sobre as diversas questões que envolvem o homem e os relacionamentos interpessoais. Neste sentido, torna-se urgente trazer à luz um assunto vital: a liderança e como ela deve ser exercida no meio do Povo de D’us.
Com certeza há diversos tipos de liderança em operação. Da mais autoritária até a mais permissiva. Mas qual é o padrão bíblico para uma liderança que vem de fato de D’us e que O agrada? É o que queremos tratar neste artigo.
Percorrendo as Sagradas Escrituras, encontramos, no Antigo Testamento, um exemplo incontestável de Liderança segundo o padrão de D’us: Moshe (Moisés). Comissionado por D’us para o difícil ministério de liderar todo o Povo de Israel de seu época, Moisés iniciou sua obra já numa idade madura: “E Moisés era da IDADE de oitenta anos, e Arão da idade de oitenta e três anos quando falaram a Faraó”. (Êx 7:7).

Isso nos fala de um aspecto importante no que diz respeito à liderança estabelecida por D’us: Ela requer maturidade. Obviamente isso não quer dizer que todo líder que D’us chama deve começar seu ministério aos 80 anos. Mas que um tempo é necessário para que se forme o caráter do líder que D’us procura e que, muitas vezes, entre o chamado de D’us e o exercício do chamado pode haver um tempo – longo ou curto, conforme o caso específico – necessário para que este Líder se forme segundo D’us e não segundo os homens.

Certamente foi por isso que o apóstolo Paulo nos alertou: – “Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja… Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo”. (1 Timóteo 3:1,6) (Grifo nosso). Porque o neófito, principiante, novato, ou recém-convertido, ainda tem uma caminhada pessoal para percorrer com D’us. E, mesmo que os seus talentos ou dons espirituais sejam manifestos a todos, é necessário dar um tempo para que ele se amadureça no seu relacionamento pessoal com D’us e na prática das ordenanças bíblicas, essenciais a alguém que irá liderar outros. Afinal, quem ensina, deve viver os seus ensinamentos e quem se coloca na posição de líder, de quem guia e orienta, deve ser um exemplo a seguir, de fato e de verdade, e não só por palavras ou imposições.

Neste sentido, pois, Moisés não deixou por desejar. Sua experiência pessoal com D’us era inegável e a sua conduta, ainda que não perfeita, é preciso frisar, foi coerente com toda a sua pregação e pautada nos planos de D’us e não nos dele próprio. Algumas características de Moisés, contudo, destacaram-se em todo o seu ministério: a verdade e a misericórdia. O Rei Salomão em sua sabedoria, certamente inspirado em Moisés, deixou-nos um ensinamento precioso neste sentido: “Pela MISERICÓRDIA e pela VERDADE a iniqüidade é perdoada, e pelo temor do SENHOR os homens se desviam do pecado.” (Pv 16:6). O que ele nos fala aqui? Que o pecado é perdoado mediante à verdade, mas também mediante à misericórdia. E foram exatamente essas duas características, em completo equilíbrio, que marcaram a vida ministerial de Moisés.

Sobre a verdade, quem mais do que Ele no meio do Povo de Israel de sua época a recebeu de D’us, diretamente, com tanta amplitude? Foi Moisés, quem, de fato, registrou e trouxe para a terra os ensinamentos básicos da fé no Único D’us e dos mandamentos a serem obedecidos por aqueles que O seguem. E que verdades! E que firmeza e persistência ele não precisou ter para fazer com que fossem aplicadas pelo Povo! No entanto, Moisés não ficou só com a verdade. Ele fez uso, e maravilhosamente, da misericórdia. Em Êxodo 32, sua argumentação e renúncia diante de D’us em favor do Povo, num exercício da mais pura misericórdia, são simplesmente deslumbrantes:

“Então disse o Eterno a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste subir do Egito, se tem corrompido, E depressa se tem desviado do caminho que eu lhe tinha ordenado; eles fizeram para si um bezerro de fundição, e perante ele se inclinaram, e ofereceram-lhe sacrifícios, e disseram: Este é o teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito. Disse mais o Eterno a Moisés: Tenho visto a este povo, e eis que é povo de dura cerviz. Agora, pois, deixa-me, para que o meu furor se acenda contra ele, e o consuma; e eu farei de ti uma grande nação.Moisés, porém, suplicou ao Eterno seu D’us e disse: Ó Eterno, por que se acende o teu furor contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito com grande força e com forte mão? Por que hão de falar os egípcios, dizendo: Para mal os tirou, para matá-los nos montes, e para destruí-los da face da terra? Torna-te do furor da tua ira, e arrepende-te deste mal contra o teu povo. Lembra-te de Abraão, de Isaque, e de Israel, os teus servos, aos quais por ti mesmo tens jurado, e lhes disseste: Multiplicarei a vossa descendência como as estrelas dos céus, e darei à vossa descendência toda esta terra, de que tenho falado, para que a possuam por herança eternamente. Então o Eterno arrependeu-se do mal que dissera que havia de fazer ao seu povo. ” (Êx 32:7-14)

Moisés se viu diante de uma delicada situação: mal acabara D’us de dar as leis básicas para o Seu Povo e este já tinha pecado nas primeiras cláusulas: outro deus, adoração de imagem… E, o que é mais importante, não foi nenhum juiz humano quem propõe a destruição do Povo, mas D’us mesmo. E qual é a reação de Moisés? Ele clama por misericórdia em favor dos israelitas, lembrando a D’us as suas alianças com os patriarcas e as suas promessas. Com esta sua atitude, Moisés muda a decisão de D’us, o que nos fala para a necessidade de intercessores na presença Divina, pleiteando as causas dos homens, lembrando as suas promessas e alianças, reivindicando a sua misericórdia.

O mais extraordinário, no entanto, é que ele exerceu esta intercessão como líder. Determinadamente, Moisés exerceu a sua liderança com misericórdia e não só com a verdade. E isso foi comprovado nos vários momentos de sua liderança sobre o povo, que “testou” a sua paciência em diversos momentos, durante toda a peregrinação pelo deserto. E o que vemos é que, em nenhum momento, Moisés clamou a ira ou a justiça de D’us sobre o Povo, mas antes, nas situações mais difíceis, buscava a D’us e deixava que Ele desse a sentença, exercendo sempre a intercessão misericordiosa. No próprio episódio do bezerro de ouro, sobre o que D’us já o havia alertado, percebemos que ele não ficou indiferente, pois até mesmo lançou ao chão e quebrou as tábuas da Lei escritas pelas próprias mãos de D’us. Mas não falhou na misericórdia e a expressou com toda a intensidade:

“E aconteceu que no dia seguinte Moisés disse ao povo: Vós cometestes grande pecado. Agora, porém, subirei ao Eterno; porventura farei propiciação por vosso pecado. Assim tornou-se Moisés ao Eterno, e disse: Ora, este povo cometeu grande pecado fazendo para si deuses de ouro. Agora, pois, perdoa o seu pecado, se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito. Então disse o Eterno a Moisés: Aquele que pecar contra mim, a este riscarei do meu livro. Vai, pois, agora, conduze este povo para onde te tenho dito; eis que o meu anjo irá adiante de ti; porém no dia da minha visitação visitarei neles o seu pecado.” (Êx 32:30-34)

É magnífico! Moisés fica muito aborrecido com o pecado do povo. Mas não o amaldiçoa, nem condena. Ora por ele a Deus, para que Ele o perdoe e olha em que termos: “… se não, risca-me, peço-te, do teu Livro…”
O que dizer diante desta atitude? Temos, hoje, líderes deste gabarito? Onde anda a nossa própria misericórdia? O que temos feito diante do pecado dos outros? Será que não temos sido só verdade? Ou, quem sabe, só misericórdia?

Precisamos ser honestos e fazer uma avaliação consciente: Como tem sido a nossa conduta neste sentido? Como líderes, como temos agido? Será que não temos colocado jugos pesados demais e excessivos demais sobre os nossos liderados? Será que não os estamos amaldiçoando e condenando para sempre em vez de orar por eles e clamar pela misericórdia Divina, deixando D’us determinar o que deve ser feito? Será que não estamos distantes demais do povo e nos esquecemos que também somos parte dele e que o que o beneficia alcança também a nós? Onde está a nossa misericórdia? E a nossa postura de intercessão, de quem se coloca, literalmente, no lugar do outro, para pleitear a sua causa?

O tempo da nossa redenção está próximo, muito próximo. Não será a hora de mudarmos o que é preciso? D’us está a procura dos verdadeiros líderes. Dos líderes verdadeiramente qualificados, dos líderes que O agradam. Onde eles estão?



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