Um sonho antigo

Sarcófago do Rei Tutancâmon

A Epopéia de Gilgamesh, uma saga mesopotâmica supostamente do segundo milênio AEC, descreve um herói em busca da juventude eterna. Os egípcios antigos mumificavam os mortos porque acreditavam que as almas eram imortais e que elas poderiam usar seus corpos outra vez. Por causa disso, colocava-se em alguns túmulos tudo o que os mortos talvez precisassem na suposta vida após a morte.

A crença dos alquimistas chineses na imortalidade física parece remontar pelo menos ao oitavo século AEC, e a possibilidade de obtê-la por meio de poções mágicas, ao quarto século AEC. Os alquimistas europeus e árabes da Idade Média procuravam e tentavam preparar seus próprios elixires da vida. Algumas de suas misturas continham sais de arsênio, mercúrio e enxofre. Sabe-se lá quantos se envenenaram experimentando esses preparados!

Também houve época em que eram bem difundidas as lendas sobre a suposta Fonte da Juventude — uma nascente que, segundo consta, fazia com que todos os que bebessem dela voltassem a ter vigor.

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